Boas Vindas

Olá seja bem vindo ao Blog da Pastoral da Comunicação. Aqui você irá encontrar muitas noticias do que está acontecendo na Arquidiocese Sant' Ana de Botucatu. Tenha uma boa navegação. E visite também o site da Arquidiocese de Sant'Ana de Botucatu: www.arquidiocesedebotucatu.com.br


sábado, 4 de junho de 2011

Encontro reune familias em Avaré amanhã

Avaré será sede de um importante encontro das familias. Trata-se do Encontro de Cura e Libertação para as famílias. Será no Lar São Vicente de Paula na rua Mato Grosso, 1190. 

Promovido pela Renovação Carismática Católica de Avaré contará com a presença do Pe. Isac do Valle da cidade de Porto Feliz. O inicio do encontro está previsto para as 08h do dia 05 de Junho.

O valor da inscrição até o dia 03 de junho era de R$15,00 no dia será cobrado uma taxa de R$20,00. As vagas são limitadas por isso, corra logo para garantir o lugar da sua família nesse grande encontro com o Senhor Jesus curando e libertando-a. No cartaz tem os contatos e locais de inscrições (é só clicar na imagem e ela será ampliada)

Comunicar com dignidade...


Sex, 03 de Junho de 2011 09:58 por: cnbb

Dom Nelson Westrupp, scj

Bispo Diocesano de Santo André - SP

Em tempos de novas tecnologias da comunicação, de mudanças quanto ao modo de comunicar, de estabelecer relações e de estreitar amizades, jamais podemos perder de vista que esses instrumentos, por mais sofisticados que sejam, devem estar a serviço do bem integral da pessoa humana.

Pondo-me a pensar sobre a dignidade da pessoa humana e os meios de comunicação social, pergunto-me: qual é o alcance da Declaração Universal dos Direitos Humanos em relação ao que lemos em seu art. 12º?: “Ninguém será sujeito à interferência na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques”. E a Constituição Federal do Brasil de 1988, art. 5o , X, acrescenta: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.

É isso que está acontecendo? As informações que recebemos correspondem sempre à verdade? A fonte, a aquisição e a difusão das notícias e informações respeitam a dignidade da pessoa humana? Se aquele que comunica não estiver revestido de ética e reta intenção, sua informação não será verdadeira, não respeitará a dignidade do outro. Direitos e deveres da comunicação social devem desenvolver-se internamente à lógica da responsabilidade. Urge promover códigos deontológicos que respeitem os direitos fundamentais do ser humano (cf. Estudos da CNBB, 101, n. 8).
Os responsáveis pela imprensa deveriam levar em conta a verdade, a justiça e o bem comum. Um meio de comunicação (TV, rádio, jornal, revista, internet, etc.) não se torne instrumento que reduza as pessoas a categorias, manipulando-as por motivos escusos. “Como qualquer outro fruto do engenho humano, escreve Bento XVI em sua Mensagem para o 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais, as novas tecnologias da comunicação pedem que sejam postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira”. Assim sendo, é preciso comunicar com integridade e transparência, pois a falsidade e a falácia andam na contramão da verdade e da liberdade.

Se, por um lado, a sociedade tem direito a uma informação fundada sobre a verdade, por outro, o correto exercício desse direito exige que a comunicação seja, quanto ao objeto, sempre autêntica, correta e completa, dentro do respeito às exigências da justiça e da caridade; que ela seja, quanto ao modo, honesta e conveniente, quer dizer, que na aquisição e difusão das notícias observe absolutamente as leis morais, os direitos e a dignidade humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, 2494).

Nem sempre é o que se verifica. Quantos “furos de reportagem” interferem diretamente na privacidade, na intimidade, na honra ou na imagem das pessoas! Causa indignação, muitas vezes, o modo como as pessoas são “puro objeto” de notícias escandalosas e infundadas. Como os fatos são distorcidos e manipulados! Sem muito compromisso com a “veracidade” do que se publica, os princípios éticos e direitos fundamentais são inescrupulosamente desrespeitados. Como proceder para coibir os abusos do “direito a não ser notícia” antes da comprovação dos fatos?

Não raras vezes se lê: “Imprensa relata os fatos, não os inventa”. E se os “fatos” relatados não passam de “boatos”, ou até de mentira, calúnia, difamação?

“Fato”, segundo o dicionário Aurélio, “é aquilo que realmente existe, que é real; coisa ou ação feita. “Boato” é “notícia anônima que corre publicamente sem confirmação; boatice, balela, zunzum”.

Quantos abusos no exercício da liberdade de expressão! Quantas almas feridas e destruídas em nome de sensacionalismos baratos, pouco ou nada se importando com a dignidade da pessoa!

Por que tanta sede, tanta fome de vender “boatos” por “fatos”? Para muitos, a “regra de ouro” é pouco lembrada: “Tudo aquilo que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles, pois esta é a Lei e os profetas” (Mt 7,12). Quem de nós gostaria do contrário? Em tempos de eleições políticas, causa tristeza e indignação a baixeza usada para combater os candidatos adversários. Não cabe ao jornalista ou ao profissional da imprensa, em nome da liberdade de expressão, insinuar, manipular ou inventar “fatos” e “boatos”...

Não cabe aos “donos” dos meios de comunicações sociais assumirem a função que compete à Justiça ou a Deus. “Quem és tu, que te arvoras em juiz do teu próximo?” (Tg 4,12). Quantas mortes causa a maledicência, a calúnia, a mentira, a difamação! Quantos ressentimentos e até ódio causa a língua falsa ou mentirosa! Ela é “cheia de veneno mortal” (cf. Tg 3, 1-12). Por isso, não basta reformar só a linguagem; é preciso começar pelo coração. Deus fez da “palavra” o seu meio predileto de revelar o seu amor. Jesus mesmo é a “Palavra” boa, saída do coração do Pai.

Por que, então, não devemos interferir na intimidade e na honra das pessoas? Simplesmente porque só Deus pode julgar, pois só Ele conhece a intenção e os segredos íntimos do coração humano. Não é tanto o “juízo” que devemos banir do coração quanto o “veneno do nosso juízo” (cf. Lc 6,37). Condenemos sempre o pecado, mas nunca o pecador!

Fonte: http://www.arquidiocesedebotucatu.com.br/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=2

Areópago digital


Sex, 03 de Junho de 2011 09:17 por: cnbb

Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte - MG

Paulo de Tarso, apóstolo, admirável por sua erudição, religiosidade e caráter cosmopolita, por isso merecedor da consideração que, depois de Jesus Cristo, seu Senhor, é único, esteve no famoso areópago de Atenas, no percurso de sua ação missionária. O evangelista Lucas, no livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo dezessete, narra que o areópago era o lugar onde os atenienses e estrangeiros residentes na cidade passavam o tempo a contar ou a ouvir novidades. Lá os frequentadores queriam saber o que significavam as coisas. Convidado por filósofos epicureus e estóicos, carregando uma inquietação, e até revolta, por ver a cidade entregue à idolatria, Paulo foi ao local e, de pé, discursou movido pelo sonho e compromisso com a verdade, consciente que seu encontro é garantia da direção certa para a vida. É, também, possibilidade de correções de rumos e entendimentos que podem aprimorar a cidadania na sua integridade.

O Papa Bento XVI, na sua mensagem para o 45º Dia mundial das Comunicações Sociais, em 5 de junho - domingo da ascensão do Senhor - trata sobre o areópago digital que emoldura a vida contemporânea. Essa festa litúrgica, importante no calendário da Igreja Católica, celebra o acontecimento da elevação de Jesus Ressuscitado aos céus, enquanto abençoava os discípulos e por eles era adorado, deixando-lhes a tarefa missionária de continuar sua obra. Voltando a Jerusalém, depois de revestidos do Espírito Santo, espalharam-se pelo mundo inteiro e entre desafios e exigências, próprios da época – como os temos, também, nos dias atuais -, cumpriram a tarefa do anúncio da Verdade e o compromisso com a autenticidade de vida, como é preciso na internet que configura e mantém, hoje, o areópago digital. O Papa refere-se à revolução industrial, produtora de mudanças profundas na sociedade com novidades inseridas no ciclo de produção e na vida dos trabalhadores, assim como à grande transformação operada no campo das comunicações, que guia o fluxo de amplas mudanças culturais e sociais. De fato, é impressionante o volume de informações e possibilidades de intercâmbio, partilhas e interação que a internet oferece.

Essa consideração aponta um fenômeno maravilhoso, acesso a tudo para todos, em processo de socialização, gerando responsabilidades e exigindo reflexões para que não se percam os parâmetros das obrigações, sem comprometimentos com a cidadania. Como também, entre outros aspectos, a exigência, em qualquer âmbito: no trabalho profissional, na família, no governo de instituições ou no exercício missionário das confissões religiosas, a importância insubstituível e inadiável no uso das ofertas e possibilidades próprias da tecnologia da informação. Conhecimentos e informações são difundidos, produzindo nova maneira de pensar e aprender, com uso adequado, como oportunidades inéditas de estabelecer relações e construir comunhão, salienta o Papa. No entanto, há o desafio de refletir sobre o sentido da comunicação na era digital. As possibilidades oferecidas pelos novos meios são maravilhosas, não dispensam reflexões, encaminhamentos e ordenamentos quanto às extraordinárias potencialidades da internet e a complexidade de suas aplicações. O Papa lembra que esse fruto do engenho humano tem que estar a serviço do bem integral, tanto da pessoa quanto da humanidade. Ele recomenda que, usada com sabedoria, pode contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade, que permanece como aspiração mais profunda do ser humano.

Compreende-se que essa conquista do engenho humano não é apenas um facilitador de trabalhos ou algo moderno que, por exemplo, substituiu a velha máquina de datilografia. Ou trouxe possibilidades de saber coisas com mais agilidade, não dispensando ninguém, nem as instituições, em particular as educacionais, de abraçar, mesmo com muitos investimentos a prática nesse areópago digital. A força de uma rede social aponta a importância do conhecimento partilhado e a interação. É verdade que desafia o entendimento da comunicação como diálogo, intercâmbio, solidariedade e criação de relações positivas, sublinha Bento XVI; e a colisão com a parcialidade da interação, até o risco de cair no narcisismo. O mundo mudou, está mudando e vai mudar ainda mais, com exigências e desafios no anúncio da verdade. Na vivência da fé, no exercício comprometido da cidadania, possibilitando e exigindo participação na vida da cidade e na defesa dos direitos. É inevitável, para não correr o risco de estar fora do mundo e não realizar a própria missão, dominar o alcance do social network do contemporâneo areópago digital.

Fonte: http://www.arquidiocesedebotucatu.com.br/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=2

Uma nova diocese no Mato Grosso do Sul


Sex, 03 de Junho de 2011 09:55 por: cnbb

Dom Redovino Rizzardo, cs

Bispo de Dourados - MS

Com decreto assinado no dia 1º de junho de 2011, o Papa Bento XVI criou a Diocese de Naviraí, desmembrando-a da Diocese de Dourados, e nomeou o seu primeiro bispo na pessoa do Pe. Ettore Dotti.

Preparada ao longo desses últimos oito anos, a nova circunscrição eclesiástica é a 7ª em ordem de fundação no Estado do Mato Grosso do Sul. Antes dela, surgiram Corumbá, em 1910; Campo Grande e Dourados, em 1957; Coxim e Três Lagoas, em 1978; e Jardim, em 1981. Ela passa a ser formada por um território de 35.148 km2, habitado por 284.474 pessoas, distribuídas em 19 municípios, a maioria deles situados ao longo da divisa com o Paraguai e com os Estados do Paraná e de São Paulo.

O Pe. Ettore Dotti é originário de Bérgamo, na Itália, onde nasceu a 1º de janeiro de 1961. Membro da Congregação da Sagrada Família, no momento presta o seu serviço pastoral em Serrinha, no Estado da Bahia. Sua sagração episcopal está marcada para o dia 22 de julho, em Serrinha, e a tomada de posse – juntamente com a instalação da nova diocese – para o dia 31 de julho, em Naviraí.

De acordo com o Código de Direito Canônico, «a diocese é uma porção do Povo de Deus confiada ao pastoreio do Bispo, com a cooperação do presbitério, de modo tal que, unindo-se ela a seu pastor e, pelo Evangelho e pela Eucaristia, reunida por ele no Espírito Santo, constitua uma Igreja particular, na qual está verdadeiramente presente e operante a Igreja de Cristo una, santa, católica e apostólica».

O texto é assim explicado pelo Documento de Aparecida, em 2007: «Reunida e alimentada pela Palavra e pela Eucaristia, a Igreja Católica existe e se manifesta em cada Igreja particular, em comunhão com o Bispo de Roma. A Igreja particular é totalmente Igreja, mas não é toda a Igreja. É a realização concreta do mistério da Igreja Universal em determinado lugar e tempo. Para isso, ela deve estar em comunhão com as outras Igrejas particulares e sob o pastoreio supremo do Papa, Bispo de Roma, que preside a todas as Igrejas na caridade».

Ambos os documentos insistem em esclarecer que a Igreja é “reunida e alimentada pelo Evangelho e pela Eucaristia”.

Quem, então, pertence à Igreja de Cristo? Eis a resposta encontrada pelo Concílio Vaticano II, em 1964: «Todos os homens são chamados a esta católica unidade do Povo de Deus, que prefigura e promove a paz universal. A ela pertencem ou são ordenados de modos diversos quer os fiéis católicos, quer os outros crentes em Cristo, quer, enfim, os homens em geral, chamados à salvação pela graça de Deus».

O mesmo Concílio, porém, citando Santo Agostinho, esclarece que «não se salva aquele que, embora incorporado à Igreja, não persevera na caridade, pois está no seio da Igreja “com o corpo”, mas não “com o coração”». Em outras palavras, somente pode ser considerado membro vivo e ativo da Igreja quem abraça como ideal de vida o amor, apresentado por Jesus como a síntese do Evangelho e de toda a Bíblia (Cf. Mt 22,40).

De acordo com Tertuliano, é o amor mútuo que nos faz Igreja: «Onde onde dois ou três cristãos, mesmo se leigos, estão unidos em nome de Jesus, ali está a Igreja». Por isso, para saber quem é cristão e quem não é, basta conferir o grau de doação que expressa seu comportamento: «Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros como eu vos amei» (Jo 13,35).
Para os católicos, a Palavra e o amor encontram seu ápice na Eucaristia, o grande dom que constrói e mantém a unidade da Igreja: «O pão que partimos não é comunhão com o corpo de Cristo? Por isso, assim como há um único pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, pois participamos todos desse único pão (1Cor 10, 16-17).

Por isso, no momento em que nasce uma nova Igreja particular no Mato Grosso do Sul, a alegria e a esperança de novos tempos não serão vãs se, desde o começo, se souber construir com material de primeira qualidade: «Ninguém pode escolher outro alicerce que não seja Jesus Cristo. Sobre ele, porém, cada um vai construindo com ouro, prata, pedras preciosas, madeira, capim ou palha. No dia do juízo, sua obra será conhecida. O julgamento, pelo fogo, provará o que vale a obra de cada um. Se ela resistir, o operário receberá a recompensa» (1Cor 3,11-14).
Fonte: http://www.arquidiocesedebotucatu.com.br/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=2

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Encontro da Pascom em Botucatu

No dia 21 de maio de 2011 no Salão de Festas da Paróquia São Pio X em Botucatu foi realizado o Encontro de Formação da Pascom Arquidioceseana. 

Pe. Rogério Zenateli, coordenador da PASCOM Arquidiocesana, iniciou o encontro lembrando os membros a viverem o 45o. Dia Mundial das Comunicações Socais a se comemorar no dia 05 de junho cujo tema é "Verdade, Anúncio e Autenticidade de vida, na era digital", mensagem do Papa Bento XVI para esse dia.

Depois sobre a importancia da Pascom na vida comunitária e Pastoral em cada paróquia. Depois a importancia dessa pastoral na Arquidiocese. A comunhão de todas paróquias e uso da mesma linguagem para expressar o que cada uma delas realiza em prol do anúncio do Evangelho e melhorias em suas comunidades como divulgação das promoções e festas de padroeiros e outras comemorações importantes da comunidade. 

Os veiculos para essa importante comunhão de informação atualmente são o Site da Arquidiocese e o Blog do Monitor. Futuramente voltaremos com a impressão do Jornal Monitor Arquidiocesano, projeto antigo da Arquidiocese e que deve ser incentivado por todos, principalmente para aqueles que não tem acesso à internet. 

Para que tudo se torne uma realidade eficaz é preciso criar uma estrutura de comunhão entre os membros responsáveis de cada paróquia com o incentivo dos párocos e comunidade a fim de implantar a PASCOM nas paróquias e nas que já existem, o incentivo e apoio para a produção de materiais a serem divulgados nesses veiculos acima descrito em nivel Arquidiocesano. A fim de que possamos alimenta-los com as informações das paróquias, pastorais e movimentos.

O encontro do dia 21 ficou marcado com a escolha dos coordenadores regionais, que infelizmente não pode ser completa pela falta de representatividade das Regiões de Avaré e Laranjal Paulista.

Contamos com as presenças das Paróquias São Pio X (Botucatu); Santa Teresinha (Botucatu); Sagrado Coração de Jesus (Botucatu); Santíssimo Sacramento (Botucatu); Nossa Senhora Menina (Botucatu); São Manuel (São Manuel); Nossa Senhora Consolata (São Manuel0 e Santuário Nossa Senhora Aparecida (Distrito de Aparecida de São Manuel).

Para a Região Pastoral de Botucatu a eleita foi Livia da Catedral Metropolitana, e para a Região de Lençóis Paulista a Dalva (paróquia Nossa Senhora Consolata).

Neste encontro ficou decidido que os próximos encontros serão realizados na forma de estudos de documentos da Igreja sobre a Comunicação. Para melhorar as equipes paroquiais, cujos membros, sentem dificuldade em trabalhar devido a escassez de formação.

A data do próximo encontro será o dia 25 de junho às 14h com o tema do decreto Inter Mirifica do Vaticano II. Está em discussão o local (assim que definir divulgaremos em nosso site e neste blog).
Agradecemos a presença dos representantes das paróquias, ao Cônego Marcos Paulo por nos conceder a sua paróquia para o encontro, às voluntárias da Paróquia São Pio X que serviu com amor e gratuidade o lanche para os participantes. Deus abençoe a todos é o desejo do Pe. Rogério nosso coordenador.

Padre Isac do Valle estará em Avaré para encontro de Cura e Libertação paras as Famílias


No dia 05 de junho Avaré será sede de um importante encontro. Um encontro que visa marcar a vida das famílias de nossa sociedade. Por isso transmitimos a mensagem do coordenador da Renovação Carismática Católica de Avaré, o nosso irmão em Cristo, José Luiz, para esse importante encontro de casais.

"porque todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé."
1João 5,4

Muitos casais já a tanto tempo  perderam a esperança de que as coisas jamais melhorem. Eles se resignam a continuar brigando entre si e com os filhos que andam por caminhos tortuosos e ainda muitos terminam o casamento pelo divórcio.

Os casais precisam crer que, pelo poder do amor de Deus, eles PODEM resolver seus problemas de casamento se ambas as partes quiserem realmente mudar  a sua história.

Filipenses 4:13 — Tudo posso naquele que me fortalece. Se confiarmos em nós mesmos, podemos falhar. Mas precisamos acreditar que Jesus nos proverá a força de que precisamos para agradar a Deus.

A fé nos convencerá que conflito sério no casamento não é vontade de Deus para nós. Deus criou o casamento para o bem do homem e da mulher. Ele nunca pretendeu que o casamento fosse uma fonte de ódio e de amargos ressentimentos.
Neste dia do encontro de Cura e Libertação para familias ,nós estaremos trabalhando neste sentido, de que Deus venha restaurar a sua familia por completa, para que voce possa dizer com toda a certeza:

Porque, quanto a mim, eu e minha casa serviremos o Senhor." (Josué 24,14-15). É necessário que cada um de nós diga o mesmo que Josué. Este é o desafio que vem do Senhor para nós!

Esperamos você e sua familia.

José Luiz Coordenador da RCC de Avaré

O evento acontecerá no Lar São Vicente de Paulo situado na rua Mato Grosso, 1190  - Avaré no dia 05 de junho das 08h às 17h com a Celebração Eucarística. O prazo das inscrições é até o dia 02 de junho nas secretarias paroquiais e ou nos grupos de orações. A taxa de inscrição é de R$ 15,00 e contará com a presença do Pe. Isac do Valle, de Porto Feliz-SP. O evento tem vagas limitadas por isso, não perca tempo, faça ainda hoje a sua inscrição. Maiores informações contatos no Cartaz que reproduzimos na nossa página.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Encerramento dos Encontros em Louvor a Maria no setor São Judas Tadeu

Conheça a história da Abadia de Itatinga

Dom Luis Alberto, OCister conta para nós a história da Abadia Nossa Senhora da Assunção de Hardehausen em Itatinga.

História da Abadia
I. A Abadia de Hardehausen
A Abadia de hardehausen em 1803
        A história da Abadia de Hardehausen começa no dia 28 de maio de 1140, quando uma colônia de treze monges, como era o costume dos cistercienses, chefiada por seu abade Daniel, funda um novo mosteiro em terras doadas pelo bispo Bernardo de Paderborn, cidade importante  da Vestfália. Este bispo piedoso desejava ter, em sua diocese, uma abadia cisterciense e, por isso, pediu à Abadia de Kamp, situada na região de Colônia e primeiro mosteiro da Ordem fundado na Alemanha (1123), pertencente à filiação de Morimond, a quarta filha de Cister, que enviasse monges para a fundação.  O lugar escolhido chamava-se Herswitehusen, nome que depois evolui para Hardehausen e significava, segundo a explicação dos estudiosos, colônia da floresta vermelha ou da floresta do cavalo. Posteriormente, o bispo Bernardo dotou a Abadia de outros bens para assegurar sua manutenção. A fundação teve um rápido florescimento. Em 1165, a igreja abacial foi consagrada e dedicada a Sancta Maria Virgo Gloriosa. Era uma majestosa e ampla basílica românica de 58 metros de cumprimento por doze de largura, certamente um dos templos mais significativos deste estilo em sua região. As demais partes do convento foram concluídas até o final do século XIII. A Abadia de Hardehausen experimentou, desde então, um rápido crescimento tanto no seu efetivo humano quanto na extensão de seu patrimônio fundiário. Fundou logo três outras abadias, Marienfeld, na diocese de Münster, em 1185, Bredelar, na fronteira entre as dioceses de Colônia e Paderborn, em 1196  e Scharnebeck, na diocese de Verden/Aller, em 1243. Mais tarde, também, o priorado de Wahlhausen, na diocese de Mainz, esteve subordinado a Hardehausen. Em meados do século XIV, por dificuldades econômicas, o número de monges foi limitado a quarenta e o de irmãos conversos a trezentos, o que deixa supor que a comunidade monástica tenha tido um efetivo ainda maior nos períodos antecedentes. No plano patrimonial, Hardehausen tornou-se uma casa poderosa e um importante ponto de referência em toda região, com grandes extensões de terra e economia baseada na criação de porcos e carneiros. Com isso, recebeu a proteção do imperador, tornando-se um mosteiro imperial independente.  Seus abades eram verdadeiros e importantes senhores feudais, com direito de baixa justiça sobre diversas localidades que estavam sob seu domínio. Ainda que este tipo de desenvolvimento não estivesse de acordo com a primitiva legislação cisterciense, foi comum nos mosteiros da Ordem após o século XII. Todavia, como casa rica e poderosa, Hardehausen foi alvo, mais de uma vez, de pilhagens por parte de bandos armados durante a Idade Média. A partir do século XIV, inicia-se um longo e contínuo período de declínio, com a decadência material e da disciplina, alternada com períodos de florescimento e estabilidade. O século XIV conheceu uma grande catástrofe, a Peste Negra, que dizimou a população européia. Foi, também, uma época muito conturbada para a Igreja, com cismas divisões e o papado transferido para o sul da França. Evidentemente, a vida e a observância monásticas também foram afetadas por tais perturbações e, também aqui, Hardehausen não foi uma exceção. Da mesma forma, seu patrimônio ficou seriamente comprometido e a abadia começou a contrair dívidas. O período mais difícil de Hardehausen, na sua primeira fase, talvez tenha sido o da Reforma Protestante e das guerras de religião que a seguiram. Durante a Guerra dos Trinta Anos, que causou enormes danos na Alemanha, o mosteiro quase pereceu e os danos materiais foram  imensos. A comunidade, expulsa pelas tropas suecas, teve que vagar por um tempo fora de seu convento, refugiando-se em outras localidades. Quando puderam voltar, encontraram seu mosteiro devastado pela pilhagem e em ruínas. No fim das hostilidades, a comunidade estava reduzida a seis monges e dois noviços.  Contudo, os trabalhos de reconstrução logo começaram e tiveram seu coroamento sob o governo do abade Estêvão  Overgaer, homem de verdadeiro espírito religioso , que foi abade de 1675 a 1713, quando faleceu com 86 anos. Em seu abaciado, o mosteiro foi inteiramente renovado (e a igreja “barroquizada”) e a observância monástica recolocada num plano superior. A abadia sobreviveu, ainda, algumas décadas, até que foi supressa no dia 8 de fevereiro de 1803 pelo governo da Prússia, em cujo território encontrava-se então. A comunidade contava com cerca de vinte membros nesta oportunidade. Em seguida à secularização, o prédio do convento foi vendido, seus bens inventariados e expropriados. A grande basílica  românica, já barroquizada,  foi demolida, existindo, ainda  hoje, em outras igrejas da região, altares e outras peças de talha que a decoravam. Embora haja dúvidas a respeito, de acordo com as informações disponíveis, na primeira fase de sua existência, Hardehausen foi governada por cinqüenta e seis abades.
Vista atual da Abadia de Hardehausen
 Mais de um século depois, todavia, a Abadia de Hardehausen renasceu por iniciativa da Abadia de Mariensttat, que para lá enviou uma colônia de monges, no dia 28 de maio de 1927, chefiados pelo prior Afonso Heun. Este, com a rápida consolidação da casa, tornou-se seu qüinquagésimo sétimo abade em 1933. A comunidade assumiu, então, o trabalho de formação e educação de jovens, em particular daqueles com dificuldades de aprendizagem nas escolas comuns e desenvolveu este serviço até que esta atividade, em razão das normas e regulamentos  sufocantes e do estrito controle do regime nazista, não mais foi possível. Com dificuldades financeiras, sem meios para manter a comunidade e sofrendo pressão do governo, os monges foram obrigados a vender seu convento e deixar sua querida abadia no dia 1 de outubro de 1938. O bispo de Paderborn providenciou um refúgio para a comunidade na paróquia de Santa Agnes em Magdeburg, onde alguns de seus sacerdotes puderam exercer o ministério pastoral. Neste ínterim, D. Afonso Heun começou a procurar um lugar para reiniciar a vida regular da comunidade e buscou o estrangeiro, já que as condições então vigentes na Alemanha tornavam isso impossível. Veio, assim, para o Brasil em 1939, acompanhado de dois irmãos conversos e radicou-se, primeiro, em S. José do Rio Pardo, onde chegou a fazer uma fundação canônica, que, todavia, não foi adiante em razão de dificuldades que ali encontrou. Mais tarde, os monges italianos da Congregação de São Bernardo assumiram essa fundação, que deu origem à atual abadia cisterciense de N. Sra. de São Bernardo. Radicou-se, então, D. Afonso em Mairinque, no Estado de São Paulo, até que conseguiu realizar a desejada fundação em Itatinga, no mesmo estado, dando origem à Abadia de Nossa Senhora da Assunção de Hardehausen-Itatinga, o que permitiu o renascimento e a continuação da antiqüíssima Abadia de Hardehausen no Brasil, através da transferência canônica de todos os seus direitos e privilégios à nova casa fundada.

II. A ABADIA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO DE HARDEHAUSEN-ITATINGA


D. Afonso Heun, com D. Henrique e os monges que vieram para a fundação
     A fundação da nova Abadia em Itatinga foi obra de um acaso providencial. Encontrando-se D. Atanásio Merkle, abade do mosteiro cisterciense de Itaporanga, com o novo bispo de Botucatu, D. Henrique Golland Trindade, por ocasião de uma viagem, narrou-lhe o desejo de D. Afonso de encontrar um novo lar para sua comunidade dispersa. Imediatamente, D. Henrique interessou-se pelo projeto e prontificou-se a ajudar, prestando todo auxílio possível e oferecendo a paróquia de Itatinga como ponto de apoio para a fundação cisterciense em sua diocese. Aceitando a generosa oferta, D. Afonso, então radicado em Mairinque, Estado de São Paulo, adquiriu uma pequena propriedade rural próxima à cidade de Itatinga, com recursos fornecidos pelo Sr. Antonio Assumpção, o grande benfeitor do início da fundação, que foi aumentada com uma significativa doação de terras do Sr. Pedro di Piero e de mais dez alqueires ofertados pela prefeitura.  Graças a esses e muitos outros donativos, foi possível criar as condições materiais para a fundação, apoiada generosa e maciçamente pela população católica de Itatinga, tendo à frente o então prefeito André Franzollin e o Sr. José di Piero, sem excluir os mais pobres, e, ainda, por numerosos benfeitores, sobretudo da cidade de São Paulo. A todos esses amigos dos primórdios, muitos com os nomes registrados em nossa crônica e outros anônimos, a Abadia  sente-se devedora de um tributo de gratidão, deles sempre se recordando em suas orações e celebrações litúrgicas.
Vista da fachada da Abadia em Itatinga
A fundação em Itatinga, ocorreu no dia 28 de maio de 1951, significativamente a mesma data da fundação na Alemanha em 1140 e da restauração em 1927. A solene procissão, que reuniu o convento, isto é, apenas um grupo remanescente da antiga comunidade de Hardehausen, e os paroquianos, saiu da praça da matriz, tendo à frente a cruz de madeira a ser fincada no local da fundação, onde foi celebrada a santa missa. Mais tarde, no dia 16 de agosto do mesmo ano, foi lançada a pedra fundamental, com a presença do Sr. Governador, Lucas Nogueira Garcez, que se considerava o padrinho da fundação. Em 1955 foi possível inaugurar o prédio do Mosteiro, simples e de proporções reduzidas, se comparado a outros mosteiros mais antigos, mas extremamente harmonioso, sólido e de singela beleza, com todos as condições para a vida regular. Durante os anos da construção a comunidade habitou a casa da chácara adquirida da família Linheira, atualmente hospedaria e denominada Casa São Liborio.
Claustro da abadia
Em 1956, D. Afonso ofereceu sua renúncia e foi escolhido para sucedê-lo D. Roberto Fluck, então prior do Mosteiro de Itaporanga. Durante seu governo, que se estendeu até 1976,  a comunidade perdeu todos os seus membros dos tempos da fundação, seja por falecimento seja porque alguns retornaram à Alemanha. Não tendo sido numerosas as vocações brasileiras, quando D. Roberto renunciou a seu cargo, não foi possível realizar uma nova eleição abacial. Desde então, o Capítulo da Congregação Brasileira dos Cistercienses, fundada em 1961 pela união das abadias de Itaporanga, Itatinga e Jequitibá (Bahia), tem confiado a administração superior da casa aos abades do Mosteiros de Itaporanga, nomeando, primeiro, D. Estêvão Stork, que foi sucedido, em 2007, por D. Luis Alberto Ruas Santos. Atualmente, o governo local está a cargo do Pe. Prior Sigardo Martins.

   Celebrando os sessenta anos da sua fundação, nós, monges da Abadia de Itatinga, voltamo-nos com gratidão para Deus, que nos concedeu este lugar abençoado para vivermos nossa vocação monástica e, também, para N. Sra. da Assunção, vendo nela nossa materna intercessora e protetora constante. Como pequena comunidade – somos, hoje, na casa, seis monges de profissão solene, com três candidatos – mantemos o ritmo da observância cisterciense, com a celebração diária da Eucaristia e da Liturgia das Horas,segundo o rito monástico, a prática da oração pessoal e da lectio divina, num clima de silêncio e recolhimento, com trabalhos de todos os tipos, incluindo aqueles manuais, tão caros à nossa tradição (jardinagem, cozinha, manutenção da casa, pequena carpintaria, confecção de doces etc.) e outros de natureza mais intelectual (administração, biblioteca, traduções, produção de textos de espiritualidade, música etc.). Muito importante, para nós, dentro da tradição beneditina, é o acolhimento dos que nos procuram, seja para a participação em nossa vida litúrgica, seja para confissão e direção espiritual, seja, enfim, para retiros em nossa hospedaria.
   Manifestando nossa alegria e nossa ação de graças, estamos realizando um pequeno programa de comemorações. Dia 26 de maio, celebraremos, com a presença de nosso bispo, D. Maurício, os dez anos de dedicação da igreja abacial, com solene missa às 19 horas. A seguir, dia 27, às  7 horas, vamos nos recordar de todos os monges falecidos de nossa Abadia. Dia 28, dia de nossa fundação, às 18 horas, teremos a solene missa de ação de graças, para a qual convidamos o clero e os religiosos da diocese. Enfim, domingo, dia 29, às 9 horas, como expressão de nossa gratidão, que atinge todos os que, ao longo de nossa longa história, no Brasil e na Alemanha, apoiaram nossa Abadia, queremos oferecer o santo sacrifício da missa, numa grande celebração campal, na intenção de todos os nossos benfeitores vivos e falecidos.